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Barbeiro - 01
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O português, dono da barbearia, comprou um carro e chegou em casa excitadíssimo:
- Mulher, mulher - foi logo dizendo. - Você não acredita, fui dar uma voltinha de carro e descobri que a cidade inteira me conhece!
- Oh, Joaquim, como você quer que eu acredite, se moramos numa cidade tão grande?!
- Então venha dar um passeio comigo!
E foram os dois. O português dirigia muito mal e virava e mexia dava uma fechada em algum sujeito.
- Barbeiro! - gritava o sujeito irritado.
- Viu, Maria? Como eu não estava mentindo - dizia Joaquim acenando para o outro motorista.
Mais adiante outra fechada.
- Seu barbeiro!
- Tudo bem? - cumprimentava Joaquim.
De repente ele deu uma fechada feia em um outro carro e por pouco não bateu:
- Seu barbeiro, filho da pu@#$@#$%@#a! - xingou o motorista.
- Esse daí - comentou Maria - conhece até a sua mãe!


O sujeito chega no barbeiro e pergunta:
- Em quanto tempo o senhor pode me atender? - Duas horas - responde o barbeiro. Ele vai-se embora e só volta no dia seguinte, fazendo a mesma pergunta:
- Em quanto tempo o senhor pode me atender? O barbeiro olha o caderno e diz: - Duas horas e meia. Ele vai embora e volta no dia seguinte, com a mesma pergunta:
- Em quanto tempo o senhor pode me atender? - Uma hora e meia - responde o barbeiro. Como esta historia repete-se todos os dias, o barbeiro começa a ficar curioso e pede para um ajudante seguir o sujeito para ver qual é a dele. O ajudante volta quinze minutos depois, sem conseguir segurar o riso. O barbeiro pergunta:
- E aí, para onde é que ele foi? O ajudante responde:
- Para a tua casa.

O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia,
havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um dep#t!!do para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O dep#t!!do ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de dep#t!!dos fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.

O sujeito só tinha um braço e senta-se na cadeira daquela velha barbearia.
— Barba e cabelo! — ordena.
Assim que começa a barba o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço; ao acertar o bigode espeta-lhe o nariz; em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:
— Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
— Não, senhor! O braço eu perdi num acidente de carro...

Em tempos de eleição, dois candidatos mineiros adversários, um da cidade – o “Coroné” -, e outro caipira – o “Mineirim”, se encontram na mesma barbearia.
Lá sentados, lado a lado, não se falou palavra alguma. Os barbeiros temiam iniciar qualquer conversa, pois poderia descambar para discussão, e o Coroné só andava armado.
Terminaram a barba de seus clientes, mais ou menos ao mesmo tempo. O primeiro barbeiro estendeu o braço para pegar a loção pós-barba e oferecer ao Coroné, no que foi interrompido rapidamente por seu cliente:
- Não, obrigado. A minha esposa vai sentir o cheiro e pensar que eu estive num puteiro.
O segundo barbeiro virou-se para o Mineirim:
- E o senhor? – indagou.
- Uai, popassá, sô! A minha muié num sabe memo como é cheiro de puteiro… Nunca trabaiô pur lá…  
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Nº 119824   -    enviada por     Álvaro Pozzetti de Oliveira   -   Bauru/     em   04/02/2015


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