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DICAS DE SAÚDE
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Alimentação na gravidez
Enviada em 21/07/2018 por     Álvaro Pozzetti de Oliveira

Muitos pensam que a gestante precisa comer “por dois”, entretanto, isso não passa de um mito. Dentro do corpo da mulher grávida se desenvolve uma novo ser, e claro, é necessário mais energia e nutrientes neste processo. Só assim é possível garantir o desenvolvimento e crescimento do bebê e o normal funcionamento do organismo da gestante.

Além de se pensar em quantidade, é preciso se ater à qualidade dos alimentos ingeridos.

Somente a partir das 12ª semana de gestação é que as necessidades nutricionais da mulher começam a aumentar. Mas, mesmo assim, não é necessário comer ”por dois”.

Após as 12 semanas, é necessário incrementar a alimentação apenas com:

1 porção a mais de leite e derivados (ou carne, ou peixe, ou ovos, ou leguminosas), MAIS
1 peça de fruta (ou hortícolas), MAIS
1 porção de cereais e derivados (ou tubérculos).
O mais importante é escolher alimentos certos para que o bebê se desenvolva de forma sadia e para prevenir doenças que poderão surgir durante a gravidez. A alimentação deve ser segura, completa, variada e equilibrada. São necessárias 5 a 6 refeições diárias em um intervalo de não mais que 3 horas entre elas.

É preciso um cuidado especial com alguns nutrientes pois eles serão essenciais para a saúde da mulher e para a formação de seu bebê. Por isso deve-se incluir alimentos ricos em:

Carboidrato:
Não se deve eliminar da dieta os alimentos ricos em carboidratos. Este nutriente é a principal fonte de energia para o organismo.

São fontes de carboidratos pães, massas, arroz, e outros cereais. De preferência cereais integrais (ou não processados).

Cálcio:
Muito importante para o desenvolvimento saudável dos ossos e dentes do bebê.

São fontes de cálcio o leite e seus derivados (queijos e iogurtes), folhas verdes (brócolis, espinafre, couve, salsa, manjericão, mostarda), feijão, laranja, salmão, sardinha, semente de gergelim e castanha do pará.

Leite e derivados semi-desnatados são preferíveis, porque o teor em ácidos graxos essenciais é maior e eles são essenciais para a formação do tecido nervoso do bebê. Se houver justificativa clínica, o consumo de leite e derivados com baixo teor de gordura deve ser prescrito pelo médico ou nutricionista.

Ácido Fólico:
É importante ingerir alimentos que ofertem boas quantidades de ácido fólico, pois essa vitamina é muito importante para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê, especificamente do tubo neural.

As principais fontes de ácido fólico são as leguminosas (feijão, ervilhas, lentilhas), vegetais de folha verde, cereais pouco processados, nozes, amendoins e castanhas.

Além da fonte na alimentação, é necessário fazer suplementação desta vitamina, pois as necessidades com a formação do bebê. É importante que a gestante converse com o médico sobre este assunto.

Ferro:
O ferro é essencial para o crescimento e metabolismo energético do bebê. Na gravidez as necessidades aumentam e será necessário suplementação para prevenir anemia.

A anemia por déficit de ferro pode aumentar o risco de a criança nascer com baixo peso, parto prematuro e mortalidade perinatal.

São fontes de ferro carnes, aves, peixes, mariscos, ovos, verduras verde escuro (espinafre, agrião, brócolis, couve).

Acompanhe esses alimentos com outros ricos em vitamina C (frutas como laranja, limão e acerola).

É importante saber que, ao ingerir alimentos ricos em ferro, deve-se evitar leite, café ou chá na mesma refeição. Esses alimentos diminuem a absorção do ferro.

Vitamina C:
Alimentos ricos nessa vitamina vão ajudar na prevenção de infeções, gripes e resfriados. Além disso, vão ajudar na absorção de ferro.

São fonte de vitamina C as frutas cítricas (laranja com bagaço, limão e acerola), brócolis e tomate.

Fibras:
Essenciais para o bom funcionamento do intestino. Uma alimentação rica em fibras pode evitar a constipação intestinal.

São fontes de fibras frutas (laranja, maçã, ameixa, manga, kiwi, mamão), legumes, verduras, cereais integrais e farelos (aveia, farelo de trigo, linhaça, granola), leguminosas (feijão, ervilhas, lentilhas), raízes e tubérculos (aipim, inhame).

Ômega 3 e ácidos graxos poliinsaturados:
O ômega 3 e os ácidos graxos polinsaturados auxiliam no desenvolvimento da visão e do sistema nervoso do bebê.

São fontes de ômega 3 e ácidos graxos os óleos vegetais (azeite, óleo de soja, óleo de canola), peixes (salmão, atum, bacalhau, arenque, sardinha), sementes e óleo de linhaça, castanhas e nozes.

Água é fundamental para manter a hidratação e ajudar na constipação intestinal.
Publicado em 28 março, 2014 - CABESP


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